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Justiça mantém prisão dos quatro investigados por hackear celular de Moro e outras autoridades


Na última sexta (26), os quatro presos na Operação Spoofing tiveram prisão temporária prorrogada. Segundo a Polícia Federal, mais de mil pessoas podem ter sido alvos do grupo.


Foto: Reprodução e arte/TV Globo 


Nesta terça-feira (30), o juiz da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, Vallisney de Souza Oliveira, resolveu manter a prisão dos quatro investigados por envolvimento na invasão de celulares de autoridades do país. As informações são do ‘G1’.

Gustavo Santos, Suelen Priscilla de Oliveira, Danilo Marques e Walter Delgatti Neto, conhecido como Vermelho, vão continuar detidos até quinta-feira (1º), quando se encerra o prazo da prisão temporária, renovada na sexta-feira (26).

"É preciso verificar se motivos que fundamentaram minha decisão de prisão, persistem. Vou indeferir por enquanto", declarou o juiz Vallisney de Souza Oliveira.

O Juiz tomou a decisão depois de ouvir os presos em audiência de custódia na manhã desta terça-feira. Os quatro investigados foram presos na última terça-feira (23), na Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal (PF). A operação ocorreu nas cidades de São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto.

O nome da operação é uma referência à uma "falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é", conforme a definição da Polícia Federal (PF).





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