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EUA oferecem US$ 25 milhões por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro

F5 Conchal e Região

O governo dos Estados Unidos anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões — cerca de R$ 140 milhões de reais — por informações que levem à prisão ou condenação do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A medida foi divulgada pela Agência de Repressão às Drogas (DEA), vinculada ao Departamento de Justiça norte-americano, e faz parte de uma série de ações para intensificar a pressão sobre o governo venezuelano, acusado de envolvimento com organizações criminosas e de tráfico internacional de drogas.

De acordo com as autoridades americanas, Maduro é apontado como líder do grupo conhecido como Cartel de los Soles, uma organização suspeita de tráfico de cocaína e vínculos com grupos como o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa, além de fornecer armas e apoio logístico a redes criminosas. A recompensa representa um aumento significativo em relação aos US$ 15 milhões oferecidos em 2020, reforçando o posicionamento do governo dos EUA de que o presidente venezuelano representa uma ameaça à segurança internacional.


A decisão foi anunciada poucos meses após a polêmica posse de Maduro para um novo mandato, em 10 de janeiro de 2025, resultado de um processo eleitoral contestado por diversos países e organismos internacionais. Washington, junto da União Europeia, Reino Unido e Canadá, mantém uma série de sanções econômicas e diplomáticas contra a Venezuela, alegando falta de legitimidade democrática e graves violações de direitos humanos.

Além de Maduro, os EUA também oferecem recompensas milionárias por outros altos integrantes do regime, incluindo o ministro do Interior, Justiça e Paz, Diosdado Cabello, e o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, acusados de participação em crimes ligados ao tráfico de drogas e apoio a organizações criminosas. A DEA divulgou cartazes oficiais com fotos dos procurados, incentivando a colaboração pública com informações que possam levar à prisão dos envolvidos.

O governo de Maduro classificou a recompensa como “um ato hostil e intervencionista”, negando todas as acusações. Por outro lado, analistas apontam que a medida faz parte de uma estratégia dos EUA para desestabilizar o regime e apoiar a oposição venezuelana, que continua a denunciar perseguições políticas e falta de liberdade no país.



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