Linha com cerol: Mulher morre neste final de semana após corte profundo no pescoço enquanto pilotava moto no AC
Uma tragédia
marcou o final de semana em Cruzeiro do Sul, no Acre. Jéssica Souza dos Santos,
de 33 anos, morreu de forma brutal após ser atingida por uma linha de pipa com
cerol enquanto pilotava sua motocicleta pela Rua do Purus, no bairro João
Alves. O acidente aconteceu no sábado, 19 de julho, e chocou a população local
pela violência do ferimento.
Jéssica, que
era bióloga e esposa de um policial militar, descia a ladeira quando foi
surpreendida pela linha cortante, que atingiu em cheio o seu pescoço. O corte
profundo foi fatal e não houve tempo para socorro. O Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado rapidamente, mas os profissionais apenas
puderam constatar o óbito ainda no local. A Polícia Militar isolou a área para
o trabalho da perícia e o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal
(IML).
Reportagens feitas
pela impressa local relataram momentos de desespero logo após o acidente.
Populares ficaram em choque diante da cena, reforçando a urgência de
fiscalização e campanhas de conscientização sobre o perigo do cerol e da linha
chilena. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso e tentar
identificar o responsável pela linha que causou o acidente. Até o momento, não
há informações sobre o autor.
A legislação
proíbe a fabricação, comercialização e o uso de cerol e linha chilena,
justamente por representar um risco letal para motociclistas, ciclistas e
pedestres. Mesmo com a proibição, a prática persiste, principalmente entre
crianças e adolescentes durante o período de férias escolares.
Dias antes
do acidente fatal, um motociclista já havia sido ferido por cerol em
Epitaciolândia, também no Acre. Ele conseguiu desviar com a mão, evitando um
corte profundo no pescoço, mas ainda assim sofreu ferimentos.
Autoridades de segurança e saúde reforçam que o cerol transforma uma simples brincadeira em um perigo mortal. O impacto de uma linha com cerol em alta velocidade pode causar lesões irreversíveis, hemorragias graves e até morte instantânea, como ocorreu com Jéssica.
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