Caso de menino encontrado em Cascavel pode estar ligado a algum crime, diz polícia
Menino de um ano de idade estava em uma rua do Bairro Cascavel Velho e foi resgatado pelo Conselho Tutelar no dia 10; desde então, ninguém o procurou.

O caso do menino de um ano encontrado em Cascavel, no oeste do Paraná, pode estar ligado a algum crime, acredita a polícia. O garoto foi resgatado pelo Conselho Tutelar no dia 10 e, desde então, ninguém o procurou. Na segunda-feira (23), a Polícia Civil divulgou a foto da criança na tentativa de que seja identificada.
Ainda segundo a polícia, o menino foi achado por uma moradora do Bairro Cascavel Velho. Ela contou que jantava quando ouviu os cachorros latirem e que, ao chegar na rua, percebeu que havia uma criança sozinha em frente à casa dela.
A mulher disse que ele estava febril e que só chamava pelo pai. Ela e o marido providenciaram fraldas, deram banho na criança e a alimentaram, até a chegada do Conselho Tutelar.
Conforme a delegada do Núcleo de Proteção de Crianças e Adolescentes Vítimas de Crimes, Raissa Vargas Scariot, a principal linha de investigação é de que o menino tenha sido abandonado e não descarta a possibilidade de relação com algum outro crime, como o caso da menina Leriel.
Na época, em agosto de 2002, a criança de um ano e três meses também foi encontrada sozinha em Cascavel, na Vila Tolentino. A mãe havia sido morta a mando do pai da menina em uma área rural. A criança foi reconhecida pela avó oito dias após aparecer em uma reportagem. A polícia apurou na ocasião que o assassinato foi motivado pela exigência do reconhecimento da paternidade de Leriel.
Prioridade
A polícia informou que o menino resgatado no dia 10 não estava ferido e não tinha sinais de abuso.
"Por se tratar de uma criança de um ano e pouco [de idade] nós acreditamos que ela conviveu com família. Então, [esperamos] que alguém da família possa identificar essa criança, porque o objetivo principal agora, além de proteger essa criança, é identificar os seus genitores e saber se ela tem algum registro", disse a delegada.
Quem tiver informações sobre a criança pode entrar em contato pelos telefones (45) 3326-4909, (45) 3226-7023 ou 197.
Exame de DNA

Caso alguém se apresente como pai ou mãe do menino será submetido a um exame de DNA, para a comprovação do parentesco. Após o exame, os pais devem ser interrogados. Com estas informações, a Justiça decide se o menino ficará com algum familiar ou se será encaminhado para a adoção.





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