
O Juiz Alberto Alonso Muñoz,
da 13ª Vara da Fazenda de São Paulo, com essa decisão, atendeu a um pedido do Ministério
Público de São Paulo. Cabe recurso contra a decisão.


Também tiveram bens bloqueados:
Marcos Antônio Monteiro, Luiz Bueno Júnior, Benedicto Barbosa da Silva Júnior,
Fernando Migliaccio da Silva e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva, servidores
e executivos da empreiteira. No total, foram bloqueados 39,7 milhões de reais
dos investigados.
Além disso, o juiz Muñoz
determinou o bloqueio de todas as contas-correntes e aplicações financeiras em
nome dos investigados e a indisponibilidade de todos os veículos licenciados em
nome dos réus.

À Justiça, Alckmin
manifestou-se contra o bloqueio de bens, alegando ausência de “fortes indícios”
de responsabilidade na prática de ato de improbidade administrativa. A defesa
do tucano também alega que as delações premiadas representavam para o MP o
único indício da suposta prática de ato de improbidade pelos réus.
*Com informações: Veja
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