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Cidades de SP ignoram proibição, abrem comércio e vão à Justiça



Em situação difícil e sob pressão comerciantes ignoram proibição e reabrem as portas dos estabelecimentos em muitas localidades do interior de São Paulo. O fechamento obrigatório do comércio a partir desta semana em três regiões do estado gerou idas à Justiça por parte de prefeituras e abertura irregular de lojas.

Nas áreas de Ribeirão Preto, Presidente Prudente e Barretos a situação voltou a piorar, no que diz respeito a pandemia do coronavírus. Em Ribeirão Preto, a taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) está em 81%. O prefeito da cidade, Duarte Nogueira, espera que a população colabore, para que a volta das atividades ocorra o mais breve possível.



Em Presidente Prudente, onde a taxa de ocupação de leitos chega 61,9%, alguns estabelecimentos atuam com portas semiabertas. O prefeito Nelson Bugalho havia baixado decreto permitindo a reabertura, mas voltou atrás devido a ação do Ministério Público. Já em Barretos a Justiça obrigou o fechamento do comércio após o prefeito Guilherme Ávila, do mesmo partido do governador João Doria decidir não seguir o decreto estadual.

O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi destaca que é preciso que as cidades que têm altos índices da doença obedeçam as recomendações, e explica que prefeituras que desrespeitam as estatísticas, colocam em risco a população.



Outro grande município do interior, São José do Rio Preto tem permissão para abrir o comércio por quatro horas diárias, está na zona laranja e pediu autorização para ampliar para cinco horas a fim de reduzir aglomerações no comércio e nos shoppings.

*Com informações do Jovem Pan.




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