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Mosquito da dengue pode usar bromélias como criadouro, alerta prefeitura de Florianópolis



Por Mariana Diniz

O Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura de Florianópolis e equipe de combate às endemias, alerta sobre o risco do cultivo de bromélias em ambientes urbanos. As plantas que acumulam água e detritos fornecem locais propícios para a proliferação do mosquito. As Bromélias foram responsáveis por todas as coletas de mosquito da dengue em depósitos naturais feitos na cidade.

Somente em 2020 já foram encontrados 974 focos do mosquito Aedes aegypti na Capital. Dentre os depósitos onde o mosquito foi encontrado, destacam-se depósitos móveis (vasos, pratos, baldes – 43%), depósitos fixos (ralos, piscinas – 25%), lixo (copos, latas – 14%) e depósitos naturais (6%).




Os dados do município sinalizam a oviposição (colocação de ovos) em bromélias em praticamente todos os bairros da cidade, o que contraria a crença popular de que bromélias não fornecem ambiente adequado ao desenvolvimento do Aedes aegypti, e de que o mosquito vetor pode usar tal recurso (depósito natural) em situações de alta infestação.

Os agentes do Programa de Controle do Aedes aegypti de Florianópolis orientam que sejam substituídas as bromélias que acumulam água por outras espécies que não tem esse acúmulo. Com esta medida, segundo a prefeitura, a população estará evitando mais um possível depósito importante na proliferação do mosquito da dengue.





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