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Setor da saúde tenta reverter aumento do ICMS; produtores rurais organizam "tratoraço"



Representantes da saúde tentam reverter a alta na alíquota do ICMS no estado de São Paulo, em vigor desde o dia 1º de janeiro. As informações são de Débora Alfano, da BandNews FM.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos Para Saúde (Abimed), o aumento no imposto pode provocar um acréscimo de gastos de mais de R$ 2,5 bilhões por ano no setor. 



Fernando Silveira Filho alerta que esses reajustes podem ocasionar o desabastecimento de produtos e incremento no custo da saúde privada, forçando a migração de pacientes para o Sistema Único de Saúde. Isso sem falar no fechamento de empresas e demissões.

Saiba mais sobre o impacto do aumento do ICMS:



A Abimed lidera uma entidade chamada "Coalizão Saúde", que reúne importadores de equipamentos médico-hospitalares, dispositivos e insumos para diagnóstico.

Esse grupo reúne mais de 800 empresas associadas, entre nacionais e multinacionais, que juntas geram cerca de 140 mil empregos diretos e 250 mil indiretos. 



Fernando Silveira Filho explica que uma das questões em pleito é que as atuais isenções do ICMS, tal qual como são hoje aplicadas para o setor, possam ser estendidas até 31 de dezembro de 2022.

Produtos que eram isentos passaram a ter cobrança de 18% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços.



“Tratoraço”

O governo de São Paulo nega ter aumentado impostos e diz que promoveu uma redução linear de 20% nos benefícios fiscais de alguns setores.

Segundo o Palácio dos Bandeirantes, no caso de alimentos da cesta básica e alguns remédios, foram mantidas as alíquotas atuais e as isenções de taxas.



Para esta quinta-feira (07), produtores rurais do interior paulista estão organizando um "tratoraço" como protesto pela mudança no ICMS. Veja no vídeo abaixo:



A expectativa é de que os atos sejam realizados em mais de 100 cidades paulistas perto dos supermercados. A ação visa alertar a população sobre aumento de preços de produtos como leite e ovos.



Aumento “é um escândalo”

Para o  ex-ministro da Fazenda, Delfim Netto, “é um escândalo o aumento do ICMS em São Paulo". Ele diz também que a produtividade do governo é muito inferior ao do setor privado.

Ainda segundo o economista e colunista da Rádio Bandeirantes, a obrigação do governo neste momento era de cortar despesas e não aumentar impostos.

Confira a análise do ex-ministro:


*Com informações de Band.









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