Marquinho Gato Bill aborda contrato da ARES-PCJ, feira noturna, paróquia São José e estruturas públicas em sessão da Câmara
Durante a
sessão da Câmara Municipal de Conchal, realizada na noite de segunda-feira
(18), o vereador Marquinho Gato Bill tratou de diversos temas, entre eles, a
contratação da agência reguladora ARES-PCJ, a organização da feira noturna, a
elevação da igreja São José Operário à condição de paróquia e a necessidade de
reaproveitamento de prédios públicos.
Logo no
início, o parlamentar comentou sobre o contrato firmado pela Prefeitura com a
ARES-PCJ, esclarecendo que não houve votação na Câmara e que o ato foi uma
decisão administrativa do Executivo. Ele enfatizou que não se trata de
privatização nem de terceirização dos serviços de água, mas de uma contratação
técnica para elaborar diagnósticos e indicar investimentos necessários no
sistema de tratamento. “O povo pode ficar despreocupado que não tem
privatização nem terceirização da água. Essa empresa está vindo para apontar as
necessidades e será paga pela Prefeitura, com valor de aproximadamente R$
1.800,00”, explicou. Marquinho Gato Bill reforçou que a meta é buscar
soluções para a qualidade da água, especialmente no período de seca, quando os
problemas no abastecimento se agravam.
Outro ponto
levantado foi a situação da feira noturna. O vereador relatou que, em edições
anteriores, os shows eram custeados pela Prefeitura, mas que, recentemente, os
custos foram repassados aos feirantes, sem que estes tenham participado das
decisões. “Toda iniciativa precisa ser tomada de forma coletiva. Os
feirantes devem ser ouvidos, pois são eles que estão pagando. Nós, vereadores,
também precisamos ser convidados a participar dessas discussões”, afirmou,
sugerindo que o Departamento de Cultura adote maior diálogo na condução do
evento.
Marquinho Gato Bill também apresentou uma moção de aplauso à comunidade São José Operário, em reconhecimento à elevação da igreja local à categoria de paróquia. Ele destacou a relevância da conquista, parabenizando o padre Israel e todos os integrantes da comunidade pela trajetória de fé, trabalho social e dedicação pastoral.
Na área de
infraestrutura, o vereador voltou a cobrar soluções para o prédio da antiga
Escola Giácomo Corte, atualmente abandonado e utilizado de forma irregular.
Segundo ele, o município gasta mais de R$ 10 mil mensais com aluguéis para
abrigar setores como o CAE, a Educação e a Biblioteca, enquanto poderia
aproveitar o espaço da escola. Marquinho Gato Bill defendeu que o prédio seja
reformado e destinado ao setor educacional, eliminando custos e trazendo mais
eficiência. Ele também citou o aluguel da farmácia municipal, que custa R$
3.300 por mês, defendendo seu retorno ao CEMEC e a expansão para unidades de
saúde nos bairros.
O vereador ainda comentou sobre outros temas, como a necessidade de cumprimento do plano de carreira da Guarda Municipal, prometido para este ano; a ausência de pátio credenciado no município para recolher bicicletas motorizadas irregulares; e os problemas em valetas de ruas recapeadas, apontando falhas de empresas responsáveis por licitações que, segundo ele, precisam ser notificadas e obrigadas a refazer os serviços dentro da garantia.

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