A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro foi resultado de uma operação complexa, planejada ao longo de vários meses, segundo relatos de fontes com conhecimento direto da ação. A missão envolveu tropas de elite dos Estados Unidos, inteligência em campo, apoio aéreo em larga escala e coordenação direta com a Casa Branca. Especialistas em operações militares ouvidos por veículos internacionais estimaram que toda a ação em solo venezuelano durou cerca de duas horas, desde o início dos ataques aéreos até a retirada das forças com os alvos sob custódia.
Na madrugada de sábado, o presidente Donald Trump anunciou, por meio de sua rede Truth Social, que forças norte-americanas haviam detido Maduro e sua esposa em território venezuelano. Embora a ação tenha surpreendido o público, autoridades afirmam que o plano vinha sendo estruturado com antecedência, incluindo simulações detalhadas.
Unidades de elite, como a Delta Force, teriam construído uma réplica do esconderijo de Maduro, descrito como uma residência fortificada, para treinar a invasão. Paralelamente, a CIA mantinha agentes em solo desde agosto, monitorando a rotina do presidente venezuelano. De acordo com fontes ouvidas pela Reuters, a agência também contava com um informante próximo, responsável por indicar a localização exata de Maduro no momento decisivo.
Com o plano finalizado, Trump autorizou a operação quatro dias antes da execução. Ainda assim, militares e agentes de inteligência recomendaram aguardar condições climáticas mais favoráveis. A ofensiva, batizada de Operação Absolute Resolve, teve início nas primeiras horas de sábado. Trump acompanhou a ação em tempo real, ao lado de assessores, em seu clube Mar-a-Lago, na Flórida.
A dimensão da operação foi descrita como “massiva”. O Pentágono coordenou o deslocamento de um porta-aviões, 11 navios de guerra, caças F-35 e outras aeronaves para o Caribe. Mais de 15 mil militares foram mobilizados para a região, oficialmente em missões antidrogas. Segundo fontes, participaram do núcleo de planejamento figuras centrais do governo, incluindo o secretário de Estado, o secretário de Defesa e o diretor da CIA.
Na noite de sexta-feira e madrugada de sábado, ataques aéreos atingiram alvos militares em Caracas, como sistemas de defesa aérea. De acordo com o general Dan Caine, mais de 150 aeronaves decolaram de cerca de 20 bases no Hemisfério Ocidental, incluindo caças F-35, F-22 e bombardeiros B-1, além de drones, aviões-tanque e equipamentos de guerra eletrônica.
Com os bombardeios em curso, forças especiais avançaram para Caracas. As equipes estavam preparadas para romper barreiras físicas, inclusive portas de aço, no local onde Maduro se encontrava. Por volta das 3h (horário do Brasil), os militares chegaram ao complexo sob troca de tiros. Um helicóptero foi atingido, mas conseguiu permanecer em voo. Moradores relataram a presença de aeronaves sobrevoando a capital em baixa altitude.
No interior do esconderijo, agentes e tropas entraram no imóvel, classificado por Trump como uma “fortaleza altamente protegida”. Segundo o presidente norte-americano, a resistência foi neutralizada rapidamente. Maduro e sua esposa acabaram se rendendo. Ainda conforme Trump, o líder venezuelano tentou acessar uma sala segura, mas foi interceptado antes de conseguir.
Alguns militares dos EUA ficaram feridos durante a ação, mas não houve registro de mortes. Enquanto a operação estava em andamento, parlamentares norte-americanos começaram a ser informados, procedimento que ocorreu após o início da missão, e não antes, como costuma ser praxe.
Na retirada do território venezuelano, as forças dos EUA enfrentaram confrontos pontuais de autodefesa. Pouco depois das 3h20, os helicópteros já estavam sobre o mar, levando Maduro e sua esposa. Horas mais tarde, Trump divulgou uma imagem do presidente venezuelano sob custódia, algemado e vendado, a bordo do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, confirmando o desfecho da operação.
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