Vacinação contra a gripe: Ministério da Saúde e Estado de São Paulo reforçam oferta nas UBS e prioridade a grupos vulneráveis
Campanha segue até 30 de maio nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste; em São Paulo, imunização começou nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios
O Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo têm reforçado que a vacina contra a influenza continua sendo a principal medida para prevenir formas graves da gripe, reduzir internações e evitar mortes. A campanha de 2026 começou em 28 de março nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste, com continuidade até 30 de maio. Em São Paulo, a orientação oficial é a mesma: procurar as Unidades Básicas de Saúde para receber a dose dentro dos grupos definidos pela campanha.
Na prática, a vacina deve estar disponível gratuitamente pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O Ministério da Saúde informa que a mobilização nacional ocorre com vacinação gratuita nas UBS, enquanto a Secretaria paulista destacou que o Dia D marcou o início da campanha nas UBS de todo o estado, com distribuição de doses aos 645 municípios. A recomendação, tanto da União quanto do governo estadual, é que a população apta procure a unidade de saúde mais próxima, conforme a organização local de cada município.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada, de forma rotineira, para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos com 60 anos ou mais. Além desses públicos, a estratégia nacional também contempla grupos prioritários especiais, entre eles puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores do ensino básico e superior, profissionais das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, além da população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas.
No estado de São Paulo, a Secretaria da Saúde informou que, na primeira etapa, a dose estaria disponível para idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e gestantes, sem prejuízo da lista completa de grupos prioritários adotada na campanha. A pasta estadual também fixou como meta vacinar ao menos 90% do público-alvo estimado em 18,8 milhões de pessoas.
O Ministério da Saúde também detalha situações específicas do esquema vacinal. Para crianças de 6 meses a 6 anos, a quantidade de doses depende do histórico de vacinação: quem já foi vacinado anteriormente recebe uma dose em 2026; quem nunca recebeu a vacina deve tomar duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. O mesmo raciocínio vale, conforme a orientação federal, para a população indígena nessa faixa etária e para crianças com comorbidades que ainda não tenham sido vacinadas.
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