MEC anuncia que maior parte do R$ 1,99 bilhão liberado vai para universidades e institutos de ensino


Segundo o ministro Abraham Weintraub, universidades e institutos vão receber R$ 1,156 bilhão — 58% do total. Ao todo, R$ 3,8 bilhões ainda seguem bloqueados.


Conteúdo: ‘G1’

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira (30), em Brasília, que a liberação pelo governo federal de R$ 1,99 bilhão para a pasta será destinada, principalmente, para universidades e institutos federais de educação. Eles vão receber R$ 1,156 bilhão — o que representa 58% do total.

Com isso, o percentual de verbas discricionárias (despesas não obrigatórias) das universidades que seguem contingenciadas caiu de 24,84%, anunciados no primeiro semestre, para 15%. Ao todo, seguem bloqueados R$ 3,8 bilhões dos R$ 6,1 bilhões suspensos desde o início do ano.

Veja, abaixo como será a distribuição dos recursos:

·        R$ 808 milhões para universidades
·        R$ 347 milhões para institutos federais
·        R$ 270 milhões para bolsas Capes
·        R$ 105 milhões para exames da educação básica (Inep)
·        R$ 290 milhões livros didáticos (PNLD)
·        R$ 169 milhões para outras despesas
·        R$ 11 milhões para INES, IBC e Fundaj

Novas liberações
Na coletiva, o ministro da Educação afirmou que o governo deve fazer mais liberações de recursos para a educação no final de outubro.

Segundo Weintraub, com a aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso, deve haver retomada da economia e aumento da arrecadação, permitindo liberar quase todo o recurso que foi bloqueado em março.

“Não tem como afirmar, mas a probabilidade hoje é muito maior do que era há seis meses atrás. A gente caminha para descontingenciar quase a totalidade do que foi contingenciado”, disse o ministro.

Segundo ele, a pasta teve que administrar o problema de falta de recursos “na boca do caixa”. Weintraub diz que não vê razão para alarde quanto à descontinuidade de nenhum serviço do ministério.

Contingenciamentos e cortes de bolsas

Desde o início deste ano, o MEC já passou por dois contingenciamentos no orçamento: R$ 5,8 bilhões em abril e R$ 348,47 milhões em julho.

A Defensoria Pública da União chegou a entrar na Justiça pedindo o fim da suspensão das verbas das universidades federais do Rio de Janeiro.

Em 2 de setembro, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) anunciou o corte de 5.613 bolsas, prevendo uma economia de R$ 544 milhões em quatro anos. A suspensão dos recursos valeria para todos os cursos, mesmo aqueles com boa avaliação e que produzem pesquisas de ponta.

Dias depois, o MEC anunciou o desbloqueio de parte destas bolsas: foram liberadas 3.182 bolsas de pós-graduação de cursos bem avaliados.

De acordo com o MEC, a liberação de R$ 270 milhões anunciada nesta segunda para a Capes será para pagar as bolsas atuais. Segundo a pasta, 2.431 bolsas seguem suspensas porque foram cortadas por terem baixo desempenho.





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