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Mostrando postagens de agosto 10, 2020

Pai provoca acidente e mata os dois filhos na Dutra em Lavrinhas (SP)

Duas crianças morreram em um acidente de trânsito provocado pelo próprio pai no quilômetro 21 da rodovia Presidente Dutra, em Lavrinhas, no interior de São Paulo, por volta das 12h deste domingo (9). De acordo com a Polícia Civil, Lucilo Souza Pinto Filho, de 59 anos, pegou os filhos, Samuel Henrique dos Santos Pinto, de 6 anos, e Saulo José dos Santos Pinto, de 4 anos, na casa da mãe para passar o Dia dos Pais. Quando pegou a rodovia, ele manobrou o carro Celta branco no acostamento e começou a acelerar na contramão, até jogar o veículo pra cima de uma carreta carregada com carga de chocolate. O automóvel colidiu frontalmente e a carreta pegou fogo. Os pequenos Samuel e Saulo morreram no local, enquanto Lucilo quebrou as pernas e a bacia. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi socorrido em estado grave ao pronto socorro do Hospital de Cruzeiro e, posteriormente, transferido para Taubaté. O motorista da carreta não ficou ferido. A polícia apura se o acidente foi provocado por vingança p

Coronavírus: Alunos da rede pública planejam reprovar de propósito para 'aprender de verdade' em 2021

Repetir de ano nunca foi exatamente algo desejável. No entanto, em uma pandemia em que aulas estão sendo ministradas emergencialmente de modo remoto, alguns alunos do ensino médio da rede pública brasileira têm decidido fazer exatamente isso. Para eles, a distância tem dificultado tanto o aprendizado, que vale mais refazer todo o ano em 2021 - mesmo sem saber qual será o estado das coisas e das aulas. "Não é que eu vou fazer de novo, eu só vou fazer, porque esse ano eu não fiz nada", explica Júlia Almeida, estudante de 17 anos do terceiro ano do Ensino Médio de uma escola estadual em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela publicou um vídeo em sua conta de Instagram intitulado "Por que vou reprovar em 2020". O vídeo teve mais de 120 mil visualizações, e 900 comentários, com a maior parte das pessoas concordando com seus argumentos e dizendo também não estar entendendo muita coisa com o EAD. Muitos admitiram ter tido a mesma ideia de repetir de ano. "Em todo 2020, tiv

Coronavírus: Quando a pandemia de covid-19 vai terminar?

Há pouco mais de seis meses, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a chegada do novo vírus que em pouco tempo se tornou uma pandemia global. Naquele dia, no final de janeiro, havia quase 10 mil casos relatados de coronavírus e mais de 200 mortes. Nenhum dos casos havia acontecido fora da China. Desde então, o mundo e nossas vidas, mudaram profundamente. Como estamos lidando com a guerra entre a raça humana e o coronavírus? Se olharmos para o planeta como um todo, o resultado não é bom. Já nos aproximamos de 19 milhões de casos confirmados e superamos 700 mil mortes. No começo da pandemia, demorava semanas até se registrarem cada 100 mil casos. Agora esse marco é atingido em questão de horas. "Ainda estamos no meio de uma pandemia intensa e muito grave", diz Margaret Harris, da OMS. "Está presente em todas as comunidades do mundo." O impacto da covid-19 é diferente pelo mundo afora, e é fácil cada pessoa ignorar o que acontece no resto do mundo, fora de seus

Estudo indica por que as crianças seriam menos infectadas pela covid

Um grupo internacional liderado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, desenvolveu um modelo matemático que pode explicar por que crianças são menos suscetíveis à covid-19, enquanto os mais velhos respondem pelos casos mais graves. Ao cruzar dados de faixa etária dos infectados e severidade dos casos na Europa, os pesquisadores concluíram que a exposição a diversas espécies de coronavírus endêmicos na infância – os HCOVs, que na grande maioria das vezes causam apenas resfriados comuns – induziria uma resposta imune também capaz de proteger contra o novo coronavírus. Porém, após sucessivas exposições a esses HCOVs ao longo da vida, esse sistema de defesa se tornaria tão especializado que já não seria capaz de reconhecer e combater vírus emergentes, como o Sars-CoV-2. O estudo, que teve apoio da Fapesp, foi divulgado na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares. Além de autores de Oxford, o artigo é assinado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio