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CBF fecha acordo com Carlo Ancelotti para assumir a seleção brasileira em 2024 - Ideia da entidade é que o experiente profissional italiano assuma a Canarinho a partir da Copa América


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entrou em acordo com Carlo Ancelotti para ser o treinador da seleção nacional a partir de junho de 2024. A informação foi publicada inicialmente pelo “GE.com” e confirmada pelo site da Jovem Pan, nesta segunda-feira, 19. No momento, as partes não podem oficializar o negócio, já que o técnico tem vínculo com o Real Madrid até a metade do ano que e irá cumprir seu contrato com os espanhóis. Ainda em junho, entretanto, o presidente Ednaldo Rodrigues concederá uma entrevista coletiva para dar mais detalhes sobre o planejamento. A ideia da CBF é que o experiente profissional italiano assuma a Canarinho a partir da Copa América, marcada para acontecer nos Estados Unidos. Em 2026, ele será o técnico da Amarelinha na Copa do Mundo, que será sediada por EUA, México e Canadá. Sem técnico desde dezembro de 2022, quando Tite deixou o cargo após a eliminação no Mundial do Catar, o time verde e amarelo está sendo liderado pelo interino Ramón Menezes. O profissional, inclusive, estará à frente do Brasil no duelo contra Senegal, nesta terça-feira, 20, na cidade de Lisboa, em Portugal.
Desde o inicio da procura por um treinador, a CBF colocou um estrangeiro como prioridade para substituir Tite, algo inédito na história da seleção brasileira. Maior vencedor da Liga dos Campeões, com quatro títulos, Ancelotti foi classificado como plano A pela entidade. Como o site da Jovem Pan antecipou, a viagem da delegação para a Europa, nesta Data Fifa, seria fundamental para um acordo com o técnico do Real Madrid. Após acertar a base salarial com o italiano, a CBF espera agora definir quem irá liderar a Canarinho no próximo ano. No período, a seleção terá apenas jogos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo e amistosos de Data Fifa. Sem vencer um Mundial desde 2002, a Amarelinha buscará o hexacampeonato na próxima edição para tentar não bater um recorde negativo. Entre 1970 e 1994, o Brasil amargou um período de 24 anos sem taças, o maior jejum da história da seleção.



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