Ao menos 40 mortos em operação militar dos EUA na Venezuela, segundo autoridades venezuelanas e relatos de mídia
A operação militar conduzida pelos Estados Unidos na madrugada de 3 de janeiro de 2026 contra a Venezuela e que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, deixou pelo menos 40 mortos, de acordo com um alto funcionário venezuelano citado sob condição de anonimato e relatado por veículos internacionais. Entre as vítimas estariam civis e membros das forças armadas venezuelanas, segundo a mesma fonte, embora os números ainda não tenham sido oficialmente confirmados por organismos independentes.
O episódio foi marcado por uma série de explosões e ataques aéreos em Caracas e em áreas vizinhas, incluindo instalações militares e zonas urbanas próximas, com relatos de múltiplas aeronaves militares envolvidas na ação. Esses incidentes contribuíram para o maior número de vítimas relatado até agora.
Autoridades venezuelanas interpretaram os ataques como “agressão militar” e violação da soberania nacional, e a cifra de mortos foi apresentada no contexto dessas denúncias. O governo de Caracas decretou estado de emergência e mobilizou forças de defesa em resposta às ações externas.
Por sua vez, o governo dos Estados Unidos, ao divulgar detalhes da operação, afirmou que nenhuma fatalidade foi registrada entre as tropas americanas, embora tenha reconhecido que soldados e equipamentos tenham sido atingidos durante o desembarque e a incursão para capturar Maduro e sua esposa. Essa declaração foi feita pelo presidente dos EUA em entrevistas e coletivas, enfatizando a precisão da ação e a ausência de baixas entre seus efetivos.
A estimativa de 40 mortos permanece uma informação relatada por autoridades venezuelanas e veículos de imprensa, sem uma contagem oficial única e unificada verificada por organismos internacionais até o momento. O número inclui vítimas civis e militares, mas não especifica a composição exata ou as circunstâncias de cada morte, o que exige cautela na interpretação inicial dos dados.
Analistas ressaltam que, em fases iniciais de eventos complexos, os números podem variar conforme novas informações sejam disponibilizadas por fontes multilaterais, missões de verificação de direitos humanos ou agências independentes.
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