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‘Aplicação do Enem é segura e prova não será adiada’, afirma presidente do Inep



O presidente do Inep, Alexandre Lopes, descartou qualquer possibilidade de novo adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. Segundo ele, respeitando todos os protocolos sanitários adotados e a estrutura planejada para a aplicação, há total segurança para realização do vestibular. De acordo com calendário, as provas impressas do vestibular acontecem nos dias 17 e 24 de janeiro, enquanto a versão digital está marcada para os dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Nesta terça-feira, 12, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) emitiu um ofício ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, pedindo que a prova seja, novamente, adiada em razão da alta de casos, mortes e internações pela Covid-19. Alexandre Lopes afirmou não ter recebido nenhum posicionamento dos secretários, ressaltando que o Inep está “sempre aberto” para conversas. Mesmo assim, o presidente da instituição garantiu que o Enem não será adiado.



“Nos preparamos, as provas foram distribuídas e estão em todos os locais e municípios de aplicação. Temos pedido aos prefeitos que garantam o transporte público na mesma quantidade, ônibus, trens e metrôs, para garantir que o jovem se desloque com segurança. Conseguimos evitar uma liminar no Estado de São Paulo, que pedia o adiamento, porque conseguimos demonstrar que a aplicação é segura, que estabelecemos parâmetros que permitem uma aplicação segura. Não há adiamento do Enem”, garantiu em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, nesta quarta-feira, 13. Segundo Alexandre Lopes, os estudantes que testarem positivo para a Covid-19 nos próximos dias devem, com laudo médico e documentos necessários, solicitar a reaplicação da prova em fevereiro. “Já temos alguns casos [de estudantes] que pediram a reaplicação pela Covid-19 e já foram deferidos”, afirmou.



Ao ser questionado sobre possibilidade de uma edição mais fácil em razão da pandemia, o presidente do Inep lembrou que as questões já estavam preparadas e descartou um vestibular mais simples. “A prova tem um padrão de dificuldade que permite a comparabilidade dos resultados de anos anteriores. Então não modificamos a estrutura da prova, o nível de dificuldade e abrangência é a mesma dos anos anteriores.” Além disso, Alexandre Lopes também afirmou que as desigualdades educacionais, que foram reforçadas pela pandemia e os diferentes acessos ao ensino remoto pelos estudantes, são minimizadas pelas políticas educacionais adotadas pelas universidades e pelo Ministério da Educação, o MEC. “A prova é a mesma, o que oferecemos são outras alternativas para combater desigualdade, como o Prouni, bolsas e a política de cotas. Temos uma evidencia cientifica que é o resultado da prova e as universidades vão adotando outras políticas sociais para combater a desigualdade.”

*Com informações de Jovem Pan.









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